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Pagar casa custa menos

A partir deste mês de outubro, as prestações dos clientes com créditos à habitação indexados a taxas de juro variáveis (Euribor) vão ficar mais baixas. As taxas Euribor têm estado em valores negativos desde há quase dois anos e a subida ligeira em agosto não chegou a encarecer as mensalidades pagas aos bancos.

Segundo os cálculos realizados pela Deco/Dinheiro&Direitos, «um cliente com um empréstimo no valor de 150 mil euros a 30 anos, indexado à Euribor a seis meses com um spread (margem de lucro do banco) de 1%, vai passar a pagar 463,88 euros a partir de outubro», ou seja, menos 2,15 euros do que o que era pago desde abril, data da última revisão. Um cliente com um empréstimo indexado à Euribor a três meses pagará 460,13 euros, ou seja, menos 0,07 euros do que o valor pago desde julho, mês em que tinha sido feita a última revisão.

As taxas Euribor são fixadas pela média das taxas a que um conjunto de 57 bancos da zona euro (em que se inclui a Caixa Geral de Depósitos) está disposto a emprestar dinheiro entre si, no mercado interbancário. Em Portugal, a grande maioria dos contratos de crédito à habitação usam taxas de juro variáveis, sendo a Euribor a seis meses o indexante mais usado, seguido da taxa a três meses. http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/prestacao-da-casa-pode-baixar-a-partir-deste-mes-214893

A SmartPlace acompanha os clientes na procura das melhores condições de crédito à habitação. Para tal, os seus responsáveis estão sempre informados sobre o mercado financeiro e mantêm relações estratégicas com entidades bancárias, parceiros estratégicos no âmbito de um conceito de serviço total e plena satisfação do cliente comprador.

Estrangeiros às compras no nosso mercado imobiliário

Segundo o Jornal de Negócios (24 de agosto), investidores estrangeiros protagonizaram cerca de 90% das transações no mercado imobiliário português, contribuindo para uma forte recuperação do setor.

O interesse crescente dos estrangeiros centrou-se inicialmente no centro de Lisboa e do Porto, primeiro em hotéis e depois em alojamentos locais. Graças também aos vistos Gold, os negócios internacionais permitiram a recuperação de parte do parque imóvel devoluto, registando-se atualmente um impacto significativo em reabilitação e novas construções.

As compras de estrangeiros no nosso mercado imobiliário, nomeadamente por investidores do Médio Oriente e Ásia, tem impulsionado a construção de luxo, melhores acabamentos.  Por outro lado, nos grandes centros urbanos (Lisboa e Porto), o preço por metro quadrado já ultrapassou o valor pré-crise, estando as áreas suburbanas a recuperar mais lentamente. http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/fundos-de-investimento/detalhe/pedro-coelho-imobiliario-portugues-esta-a-atrair-capital-do-medio-oriente-e-asia

A SmartPlace está muito atenta às possibilidades de atrair capital estrangeiro para investimentos imobiliários em Portugal. Trata-se de uma área de negócio em que conta com parcerias estratégicas que resultarão certamente em mais dinamização do setor e mais vantagens para os seus clientes (proprietários).

Empréstimos coletivos imobiliários

A primeira plataforma de empréstimos coletivos imobiliários chegou a Portugal. Trata-se da Portugal Crowd, em que qualquer pessoa (adulta) pode investir de 50 euros até 2.499 euros, financiando pessoas ou empresas com garantia real imobiliária e taxas de juro que variam entre os 6% e os 9%.

Além de rentabilidades acima da média, esta plataforma de contacto direto entre pessoas que pretendem investir e pessoas (ou empresas) que procuram empréstimos permite a massificação dos investimentos imobiliários, assumindo-se como alternativa ao complexo e burocrático financiamento bancário.

O Crowdlending é uma tendência recente de financiamento coletivo nos EUA, na Europa e no Médio Oriente, valendo atualmente mais de 13 mil milhões de euros. A Portugal Crowd integra-se no conceito Crowdlending Real Estate (com garantia imobiliária), em que sobressaem plataformas internacionais como a Fundrise (USA), a Durise (Dubai) e a  LENDINVEST, com sede em Londres, que já financiou perto de 1000 milhões de euros desde o seu lançamento em 2008. http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/chegou-a-primeira-plataforma-de-emprestimos-coletivos-imobiliarios-em-portugal-124534#.WK1eqIVTYDA.facebook

A SmartPlace valoriza todas as estratégias e meios que possam dinamizar o mercado imobiliário, gerando novas oportunidades de investimento, mormente, para aquisição e reabilitação de edifícios degradados ou em ruínas.

Arq. Pedro Ferrão