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Novas regras para o crédito

A medida anunciada pelo Banco de Portugal para  abrandar o crédito à habitação e ao consumo entrou em vigor a 1 de julho.
O objetivo desta iniciativa reside em garantir que «as instituições de crédito e as sociedades financeiras não assumem riscos excessivos na concessão de novo crédito e que os mutuários têm acesso a financiamento sustentável».
A medida engloba quatro recomendações, respeitantes a um conjunto de limites que devem ser seguidos pelas instituições financeiras.
A primeira recomendação refere-se ao rácio entre o montante do empréstimo e o valor do imóvel dado como garantia. «Este deve atingir um máximo de 90% para créditos para habitação própria e permanente, de 80% para créditos com outras finalidades que não habitação própria e permanente e de de 100% para créditos para aquisição de imóveis detidos pelas instituições e para contratos de locação financeira imobiliária».
A segunda recomendação é relativa à taxa de esforço. Salvo algumas exceções, o rácio entre o montante da prestação mensal calculada com todos os empréstimos do mutuário e o rendimento do cliente não pode exceder os 50%.
O prazo dos contratos constitui a matéria da terceira recomendação, sendo de 40 anos o limite máximo para os novos créditos à habitação e créditos com garantia hipotecária ou equivalente. Estabelece ainda que «deverá iniciar-se uma convergência gradual para uma maturidade média de 30 anos até final de 2022».
Como quarta recomendação, o Banco de Portugal determinou que «os contratos de crédito devem ter pagamentos regulares de juros e capital».
Embora devam ser adotados como recomendações, as instituições financeiras que não cumpram os limites definidos terão de justificar, estando prevista uma primeira avaliação para janeiro do próximo ano.   «O governador do Banco de Portugal admitiu que, se estas recomendações não forem acatadas pelas instituições financeiras nacionais, haverá um novo instrumento, que fará com que o incumprimento dê lugar a sanções». http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/credito/detalhe/credito-tem-novas-regras-a-partir-deste-domingo
A SmartPlace acompanha os seus clientes compradores nos processos de contratualização de novos créditos, informando e apoiando na obtenção das melhores condições.

Comprar casa em Portugal ainda é mais barato

Os preços das casas em Portugal subiram de forma acelerada durante 2017, atingindo um nível superior ao verificado em 2009. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, o aumento foi de 10,4% em relação ao mesmo período de 2016, sendo que nas habitações usadas esse crescimento foi de 11,5% e nas novas foi de 6,9%.

Para os especialistas, não se trata de uma bolha imobiliária, mas de um ajuste nos preços, que recuperam da «queda vertiginosa registada no período de crise profunda económica e financeira», entre 2010 e 2014.

Acrescentam ainda que «o boom do sector imobiliário não é um movimento generalizado, com reflexos em todo o país, mas sim uma realidade com efeitos mais sentidos em determinadas zonas de determinadas cidades, com Lisboa e Porto à cabeça, obviamente».

Embora o mercado internacional comece a estranhar os preços atingidos, com alguma imprensa estrangeira a referir tratar-se de um nível pré-crise, a verdade é que «comprar uma casa em Portugal continua a ser muito mais barato que em qualquer outro país europeu, sobretudo nas capitais». http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/a-bolha-do-imobiliario-vai-rebentar-este-ano-250150

A esta vantagem financeira, aliam-se outros argumentos importantes, nomeadamente os ligados ao clima e à cultura, que podem influenciar potenciais compradores estrangeiros a investirem no nosso mercado imobiliário. Daí a aposta da SmartPlace em desenvolver contactos e canais de comunicação que permitem a promoção eficaz de imóveis e serviços junto deste público específico.

Portugal continua na moda

Desde o início de 2016 e junho deste ano entraram em processo de licenciamento 129 novos hotéis em Portugal continental, conforme dados apurados pela Confidencial Imobiliário no âmbito da análise de pré-certificados energéticos emitidos pela ADENE, obrigatórios no âmbito do licenciamento municipal de obras.

Segundo a Confidencial Imobiliário, um databank especializado em dados estatísticos sobre preços de transação e contratos de arrendamento de imóveis residenciais, «de um total de 245 projetos turísticos sujeitos a licenciamento nesse período, 53% dizem respeito a hotéis, enquanto os restantes 47% abrangem projetos de complexos turísticos, apartamentos turísticos, turismo de habitação e turismo rural».

Geograficamente, os hotéis são o tipo de projeto mais representativo na Grande Lisboa (82%) e Porto (78%), tendo menores proporções nas regiões Centro  (59%) e Algarve (44%).

Ao nível das tipologias, as «de três ou menos estrelas dominam a nova oferta em pipeline, correspondendo a 56% dos pedidos de licenciamento, com as categorias de quatro ou mais estrelas a corresponder aos restantes 44% dos hotéis em pipeline». http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/turismo-129-hoteis-entraram-em-processo-de-licenciamento-em-18-meses-229041

O crescimento do turismo em Portugal tem-se traduzido numa recuperação muito significativa no mercado imobiliário nacional. Atenta a esta ligação positiva para os dois setores, cuja continuidade se prevê, a SmartPlace está focada na promoção de imóveis para turismo e na captação de investimento, através da mediação de hotéis e terrenos vocacionados para empreendimentos turísticos.

Pagar casa custa menos

A partir deste mês de outubro, as prestações dos clientes com créditos à habitação indexados a taxas de juro variáveis (Euribor) vão ficar mais baixas. As taxas Euribor têm estado em valores negativos desde há quase dois anos e a subida ligeira em agosto não chegou a encarecer as mensalidades pagas aos bancos.

Segundo os cálculos realizados pela Deco/Dinheiro&Direitos, «um cliente com um empréstimo no valor de 150 mil euros a 30 anos, indexado à Euribor a seis meses com um spread (margem de lucro do banco) de 1%, vai passar a pagar 463,88 euros a partir de outubro», ou seja, menos 2,15 euros do que o que era pago desde abril, data da última revisão. Um cliente com um empréstimo indexado à Euribor a três meses pagará 460,13 euros, ou seja, menos 0,07 euros do que o valor pago desde julho, mês em que tinha sido feita a última revisão.

As taxas Euribor são fixadas pela média das taxas a que um conjunto de 57 bancos da zona euro (em que se inclui a Caixa Geral de Depósitos) está disposto a emprestar dinheiro entre si, no mercado interbancário. Em Portugal, a grande maioria dos contratos de crédito à habitação usam taxas de juro variáveis, sendo a Euribor a seis meses o indexante mais usado, seguido da taxa a três meses. http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/prestacao-da-casa-pode-baixar-a-partir-deste-mes-214893

A SmartPlace acompanha os clientes na procura das melhores condições de crédito à habitação. Para tal, os seus responsáveis estão sempre informados sobre o mercado financeiro e mantêm relações estratégicas com entidades bancárias, parceiros estratégicos no âmbito de um conceito de serviço total e plena satisfação do cliente comprador.

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