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Comprar casa em Portugal ainda é mais barato

Os preços das casas em Portugal subiram de forma acelerada durante 2017, atingindo um nível superior ao verificado em 2009. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, o aumento foi de 10,4% em relação ao mesmo período de 2016, sendo que nas habitações usadas esse crescimento foi de 11,5% e nas novas foi de 6,9%.

Para os especialistas, não se trata de uma bolha imobiliária, mas de um ajuste nos preços, que recuperam da «queda vertiginosa registada no período de crise profunda económica e financeira», entre 2010 e 2014.

Acrescentam ainda que «o boom do sector imobiliário não é um movimento generalizado, com reflexos em todo o país, mas sim uma realidade com efeitos mais sentidos em determinadas zonas de determinadas cidades, com Lisboa e Porto à cabeça, obviamente».

Embora o mercado internacional comece a estranhar os preços atingidos, com alguma imprensa estrangeira a referir tratar-se de um nível pré-crise, a verdade é que «comprar uma casa em Portugal continua a ser muito mais barato que em qualquer outro país europeu, sobretudo nas capitais». http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/a-bolha-do-imobiliario-vai-rebentar-este-ano-250150

A esta vantagem financeira, aliam-se outros argumentos importantes, nomeadamente os ligados ao clima e à cultura, que podem influenciar potenciais compradores estrangeiros a investirem no nosso mercado imobiliário. Daí a aposta da SmartPlace em desenvolver contactos e canais de comunicação que permitem a promoção eficaz de imóveis e serviços junto deste público específico.

Portugal continua na moda

Desde o início de 2016 e junho deste ano entraram em processo de licenciamento 129 novos hotéis em Portugal continental, conforme dados apurados pela Confidencial Imobiliário no âmbito da análise de pré-certificados energéticos emitidos pela ADENE, obrigatórios no âmbito do licenciamento municipal de obras.

Segundo a Confidencial Imobiliário, um databank especializado em dados estatísticos sobre preços de transação e contratos de arrendamento de imóveis residenciais, «de um total de 245 projetos turísticos sujeitos a licenciamento nesse período, 53% dizem respeito a hotéis, enquanto os restantes 47% abrangem projetos de complexos turísticos, apartamentos turísticos, turismo de habitação e turismo rural».

Geograficamente, os hotéis são o tipo de projeto mais representativo na Grande Lisboa (82%) e Porto (78%), tendo menores proporções nas regiões Centro  (59%) e Algarve (44%).

Ao nível das tipologias, as «de três ou menos estrelas dominam a nova oferta em pipeline, correspondendo a 56% dos pedidos de licenciamento, com as categorias de quatro ou mais estrelas a corresponder aos restantes 44% dos hotéis em pipeline». http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/turismo-129-hoteis-entraram-em-processo-de-licenciamento-em-18-meses-229041

O crescimento do turismo em Portugal tem-se traduzido numa recuperação muito significativa no mercado imobiliário nacional. Atenta a esta ligação positiva para os dois setores, cuja continuidade se prevê, a SmartPlace está focada na promoção de imóveis para turismo e na captação de investimento, através da mediação de hotéis e terrenos vocacionados para empreendimentos turísticos.

Pagar casa custa menos

A partir deste mês de outubro, as prestações dos clientes com créditos à habitação indexados a taxas de juro variáveis (Euribor) vão ficar mais baixas. As taxas Euribor têm estado em valores negativos desde há quase dois anos e a subida ligeira em agosto não chegou a encarecer as mensalidades pagas aos bancos.

Segundo os cálculos realizados pela Deco/Dinheiro&Direitos, «um cliente com um empréstimo no valor de 150 mil euros a 30 anos, indexado à Euribor a seis meses com um spread (margem de lucro do banco) de 1%, vai passar a pagar 463,88 euros a partir de outubro», ou seja, menos 2,15 euros do que o que era pago desde abril, data da última revisão. Um cliente com um empréstimo indexado à Euribor a três meses pagará 460,13 euros, ou seja, menos 0,07 euros do que o valor pago desde julho, mês em que tinha sido feita a última revisão.

As taxas Euribor são fixadas pela média das taxas a que um conjunto de 57 bancos da zona euro (em que se inclui a Caixa Geral de Depósitos) está disposto a emprestar dinheiro entre si, no mercado interbancário. Em Portugal, a grande maioria dos contratos de crédito à habitação usam taxas de juro variáveis, sendo a Euribor a seis meses o indexante mais usado, seguido da taxa a três meses. http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/prestacao-da-casa-pode-baixar-a-partir-deste-mes-214893

A SmartPlace acompanha os clientes na procura das melhores condições de crédito à habitação. Para tal, os seus responsáveis estão sempre informados sobre o mercado financeiro e mantêm relações estratégicas com entidades bancárias, parceiros estratégicos no âmbito de um conceito de serviço total e plena satisfação do cliente comprador.

Estrangeiros às compras no nosso mercado imobiliário

Segundo o Jornal de Negócios (24 de agosto), investidores estrangeiros protagonizaram cerca de 90% das transações no mercado imobiliário português, contribuindo para uma forte recuperação do setor.

O interesse crescente dos estrangeiros centrou-se inicialmente no centro de Lisboa e do Porto, primeiro em hotéis e depois em alojamentos locais. Graças também aos vistos Gold, os negócios internacionais permitiram a recuperação de parte do parque imóvel devoluto, registando-se atualmente um impacto significativo em reabilitação e novas construções.

As compras de estrangeiros no nosso mercado imobiliário, nomeadamente por investidores do Médio Oriente e Ásia, tem impulsionado a construção de luxo, melhores acabamentos.  Por outro lado, nos grandes centros urbanos (Lisboa e Porto), o preço por metro quadrado já ultrapassou o valor pré-crise, estando as áreas suburbanas a recuperar mais lentamente. http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/fundos-de-investimento/detalhe/pedro-coelho-imobiliario-portugues-esta-a-atrair-capital-do-medio-oriente-e-asia

A SmartPlace está muito atenta às possibilidades de atrair capital estrangeiro para investimentos imobiliários em Portugal. Trata-se de uma área de negócio em que conta com parcerias estratégicas que resultarão certamente em mais dinamização do setor e mais vantagens para os seus clientes (proprietários).