Estão já aprovados os primeiros projetos de reabilitação urbana no âmbito do programa Centro 2020, a que correspondem apoios que totalizam cerca de 6,6 milhões de euros.

Entre os municípios contemplados neste pacote inicial, destaca-se o de Castelo Branco, com três projetos, e os de Coimbra e Pombal, cada um com dois projetos. Os restantes três apoios concedidos respeitam aos municípios de Alcobaça, Mangualde e Torres Novas.

Segundo informações do Centro 2020, estão ainda a ser analisadas candidaturas que perfazem um valor solicitado de FEDER de cerca de 11,2 milhões de euros.

Os projetos inserem-se em estratégias para os centros urbanos de maior dimensão da região Centro, nos domínios da regeneração urbana, mobilidade sustentável e comunidades desfavorecidas, cujos contratos foram assinados em maio de 2016.

No total, está previsto um apoio superior a 200 milhões de euros, com dotações contratualizadas por concelho. Os municípios de Gouveia, Nazaré e Óbidos enquadram-se no «escalão» mais baixo, correspondente a 3,5 milhões de euros, enquanto os de Coimbra e Leiria atingem os máximos de 18 e 15 milhões de euros, respetivamente.

Embora não tenham ainda qualquer projeto aprovado, muitos outros municípios têm definidas as suas dotações, nomeadamente: Fundão (4 milhões); Seia (4,25 milhões); Oliveira do Hospital e Mangualde (5 milhões). Aos concelhos de Castelo Branco e Guarda, estão atribuídos iguais montantes de 6,5 milhões de euros, contando a Covilhã com 6 milhões. http://www.centro.portugal2020.pt/index.php/component/k2/item/361-centro-2020-aprova-primeiros-projetos-de-reabilitacao-urbana

A reabilitação urbana faz parte da missão da SmartPlace, pelo que espera participar ativamente nos desafios que os apoios do Centro 2020 suportarão nos vários concelhos da Beira Interior. Dada a formação superior da sua equipa, a ampla e diversificada oferta de serviços, o profissionalismo e rigor com que atua no mercado e a ligação à Região, poderá ter um papel fundamental na concretização de intervenções que respeitem a identidade de cada território, promovam mais dignidade e conforto para as pessoas e valorizem o melhor possível o património coletivo.

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