A proposta global mediada pela SmartPlace, superior a dois milhões de euros, foi a vencedora no leilão em que foram vendidas todas as frações da «Torre de Cristal» que nunca chegaram a ser ocupadas.

Do profissionalismo da SmartPlace e da vontade de investir num edifício emblemático por parte da Covialvi, bem como da ligação de ambas as empresas à Covilhã, resultou a concretização de um negócio que evitou as desvantagens de vendas parciais, fração a fração, e que a Cidade ficasse com «mais um elefante branco» .

A intervenção global na edificação arrancará muito brevemente, prevendo-se que se prolongue durante três ou quatro meses. O investimento a realizar, num montante superior a um milhão de euros, servirá para «concluir obras inacabadas, resolver problemas de construção, bem como realizar melhorias significativas». [Jornal do Fundão, 9 fevereiro 2017]

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